As mulheres constituem mais da metade do mercado de trabalho, são a maioria nas Universidades, têm as melhores notas e ainda assim é baixa a proporção de mulheres em cargos de decisão nos diversos segmentos, já que ocupam apenas 1 a 2% dos cargos de direção e ganham pelo menos 30% menos que um colega masculino do mesmo nível.
Existe uma grande quantidade de fatores individuais, culturais e organizacionais que podem frear e em alguns casos, até mesmo bloquear o acesso das mulheres a cargos de alta decisão na pirâmide organizacional.A maioria deles é sutil e difícil de identificar como por exemplo, a exclusão das mulheres das "redes informais" como "a cultura do golf" ou mitos como "as mulheres faltam mais", "são menos agressivas para tomar decisões" ou ainda a famosa TPM (tensão pré-menstrual).
Então, que modelos podem ser utilizados pelas Executivas como guia para o desenvolvimento de suas carreiras?Em primeiro lugar, existem denominadores comuns à grande maioria das mulheres de sucesso tanto no ambiente empresarial quanto no acadêmico e cientifico como por exemplo, uma grande influência da família, onde o estímulo permanente ao estudo e à superação, fortalece a clareza de objetivos e desejos. A paixão pelo trabalho, a auto-exigência e uma alta capacidade de organização são outras características comuns às mulheres de sucesso.
Seguem alguns pontos de referência a serem levados em consideração quando se deseja exercer papéis gerenciais:
1) Uma mulher que deseja chegar a níveis gerenciais ou de liderança, deve ter a habilidade de ignorar o que as outras pessoas pensam dela e de concentrar-se na sua carreira, sendo resistente a críticas.2) Uma Executiva deve entender as regras do jogo masculino para estar em condições de manobrar eficazmente as diferentes situações que apareçam, como por exemplo não se ofender com brincadeiras maliciosas ou sobre esportes e ser resistentes ao ataque de críticas ou de preconceito social.3) Não é necessário ser agressiva ou adotar modelos masculinos. Necessita ser firme e decidida e possuir suficiente inteligência emocional para alcançar os objetivos propostos com um estilo pessoal e não copiado de outros.4) Não necessita trabalhar mais do que o colega homem: precisa trabalhar mais INTELIGENTEMENTE, com conhecimentos e conteúdo e assim conquistará a confiança e o respeito dentro da empresa.5) Deverá rodear-se dos melhores colaboradores, gente competente com quem construir alianças e coalizões.6) Deverá realizar um grande esforço para conciliar seus diferentes papéis como o de mãe, esposa e dona de casa. Seu sucesso dependerá da criatividade com que conduz seus sentimentos internos diante da cultura que, em geral, não facilita a batalha cotidiana.7) Necessitará estabelecer uma importante rede de apoio para alcançar seus objetivos, seja através da família, ou de auxiliares domésticos ou ainda de instituições que facilitem a combinação da carreira com a vida pessoal, sem esquecer-se jamais de sua feminilidade.
Em geral, as Executivas que trabalham em setores mais tradicionais e favoráveis para as mulheres como as empresas de serviços e comércio, respondem ao que se conhece como liderança feminina porque são construtoras de Equipes de trabalho, compartilham informação e colocam o ser humano antes da instituição.
Já as que trabalham em setores mais "duros" ou não tradicionais como a indústria do Petróleo, Aeronáutica ou Automobilística mostram um estilo de liderança mais compatível com o estilo masculino. São diretas, confrontadoras, desafiantes, se arriscam mais e às vezes mostram-se até mesmo masculinizadas, tentando imitar a liderança masculina e assim pavimentar a chegada ao poder. Mas estes são casos menos freqüentes.
Por isso, para as mulheres que estão em pleno exercício de sua carreira profissional, o mais importante é definir o estilo de liderança que querem ter para que se sintam à vontade em posições de responsabilidade e poder, desenvolvendo-se com sucesso e com o menor desgaste possível.
Existe uma grande quantidade de fatores individuais, culturais e organizacionais que podem frear e em alguns casos, até mesmo bloquear o acesso das mulheres a cargos de alta decisão na pirâmide organizacional.A maioria deles é sutil e difícil de identificar como por exemplo, a exclusão das mulheres das "redes informais" como "a cultura do golf" ou mitos como "as mulheres faltam mais", "são menos agressivas para tomar decisões" ou ainda a famosa TPM (tensão pré-menstrual).
Então, que modelos podem ser utilizados pelas Executivas como guia para o desenvolvimento de suas carreiras?Em primeiro lugar, existem denominadores comuns à grande maioria das mulheres de sucesso tanto no ambiente empresarial quanto no acadêmico e cientifico como por exemplo, uma grande influência da família, onde o estímulo permanente ao estudo e à superação, fortalece a clareza de objetivos e desejos. A paixão pelo trabalho, a auto-exigência e uma alta capacidade de organização são outras características comuns às mulheres de sucesso.
Seguem alguns pontos de referência a serem levados em consideração quando se deseja exercer papéis gerenciais:
1) Uma mulher que deseja chegar a níveis gerenciais ou de liderança, deve ter a habilidade de ignorar o que as outras pessoas pensam dela e de concentrar-se na sua carreira, sendo resistente a críticas.2) Uma Executiva deve entender as regras do jogo masculino para estar em condições de manobrar eficazmente as diferentes situações que apareçam, como por exemplo não se ofender com brincadeiras maliciosas ou sobre esportes e ser resistentes ao ataque de críticas ou de preconceito social.3) Não é necessário ser agressiva ou adotar modelos masculinos. Necessita ser firme e decidida e possuir suficiente inteligência emocional para alcançar os objetivos propostos com um estilo pessoal e não copiado de outros.4) Não necessita trabalhar mais do que o colega homem: precisa trabalhar mais INTELIGENTEMENTE, com conhecimentos e conteúdo e assim conquistará a confiança e o respeito dentro da empresa.5) Deverá rodear-se dos melhores colaboradores, gente competente com quem construir alianças e coalizões.6) Deverá realizar um grande esforço para conciliar seus diferentes papéis como o de mãe, esposa e dona de casa. Seu sucesso dependerá da criatividade com que conduz seus sentimentos internos diante da cultura que, em geral, não facilita a batalha cotidiana.7) Necessitará estabelecer uma importante rede de apoio para alcançar seus objetivos, seja através da família, ou de auxiliares domésticos ou ainda de instituições que facilitem a combinação da carreira com a vida pessoal, sem esquecer-se jamais de sua feminilidade.
Em geral, as Executivas que trabalham em setores mais tradicionais e favoráveis para as mulheres como as empresas de serviços e comércio, respondem ao que se conhece como liderança feminina porque são construtoras de Equipes de trabalho, compartilham informação e colocam o ser humano antes da instituição.
Já as que trabalham em setores mais "duros" ou não tradicionais como a indústria do Petróleo, Aeronáutica ou Automobilística mostram um estilo de liderança mais compatível com o estilo masculino. São diretas, confrontadoras, desafiantes, se arriscam mais e às vezes mostram-se até mesmo masculinizadas, tentando imitar a liderança masculina e assim pavimentar a chegada ao poder. Mas estes são casos menos freqüentes.
Por isso, para as mulheres que estão em pleno exercício de sua carreira profissional, o mais importante é definir o estilo de liderança que querem ter para que se sintam à vontade em posições de responsabilidade e poder, desenvolvendo-se com sucesso e com o menor desgaste possível.
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Autoria de Claudia Spangher: psicóloga formada pela Universidad Central de Venezuela, com especialização em terapia comportamental e cognitiva.
Autoria de Claudia Spangher: psicóloga formada pela Universidad Central de Venezuela, com especialização em terapia comportamental e cognitiva.